quinta-feira, 26 de junho de 2014

Não Copie, Inspire-se!

http://solucoesacademicas.blogspot.com.br/p/temas.html
(acesso em: 25/jun/2014)

Este post será desenvolvido mediante informações à respeito do plágio voltado para os incidentes que ocorrem principalmente na internet, que facilita bastante aqueles que não tem criatividade. Sabe-se que ela fez com que a cópia se tornasse mais comum - tanto pelo acesso a um volume gigantesco de informações quanto pela facilidade dos atalhos de copiar e colar. De tal forma, tudo o que postamos na rede de comunicação internacional pode ser facilmente duplicado.


O Plágio Acadêmico


As universidades brasileira tem aumentado a preocupação em identificar plágios em trabalhos acadêmicos, com a adoção de softwares que apontam possíveis cópias. Estes programas tem por finalidade analisar pesquisas de pós-graduação, assim como trabalhos de graduação, como este blog. Clique aqui e veja a lista de softwares e recursos anti-plágio disponíveis no Mercado.

Segundo professores e especialistas em ensino superior, problemas de plágio, como reprodução indevida de trechos e mesmo de ideias, sempre existiram. Mas devido ao aumento do problema, surgiram os softwares anti-plágio, que funcionam como um grande buscador: pesquisam através de palavras ou frases determinadas, e em seguida apontam qual parte e de onde foi retirado determinado trecho.


O resumo de um debate infinito


http://nodoadouniverso.com/2010/03/
(acesso em: 26/jun/2014)
Plágio além de imoral é crime, coisas que estão sempre bem associadas por sinal, mas, infelizmente não temos um sistema judiciário capaz o suficiente para rapidamente julgar um caso simples como este e tão pouco uma forma eficaz de exterminar essa prática desonrosa a ponto de tratar com seriedade todos os casos o que apenas faz aumentar a sensação de impunidade, típico do nosso amado Brasil.
A tentativa de frustrar esforços do autor, enganar a audiência, se auto-promover as custas de terceiros é triste, porém é a realidade que vivenciamos, o volume de informação na Web é tão grande que gera conforto ao plagiador para cometer essa ação que para verdadeiros profissionais ou interessados de todas as áreas é uma prática repugnante.


Os escandalosos plágios do mundo da TI


Apesar de ter sido indicado na introdução desta mesma postagem que focaríamos sobre o assunto nas ações ocorridas na internet, é importante citar exemplos deste tipo de crime no meio das empresas de tecnologia. São vários os casos, mas dois em especial chamam a atenção: os casos da Vostu e Motorola.

  • A primeira, empresa brasileira de jogos eletrônicos foi processada pela americana Zynga, responsável por games Farmville e Cityville, alegando que os concorrentes em redes sociais MiniFazenda e MegaCity, respectivamente, quebram os direitos autorais de games. A empresa alega que foi copiada em ideias, conceitos, modelo de negócios, design e até em erros dos games.
  • No segundo caso, temos a gigante Motorola, uma das maiores desenvolvedoras de softwares e hardwares dos mundo, encarando um processo por plágio por denominação inadequada de um aparelho. Pode ter sido coincidência ou não, mas o tablet da Motorola, o Xoom, foi batizado com o mesmo nome de uma operadora de transferências monetárias online estadunidense, a acusação foi de infração de marca registrada. Curiosamente a Motorola já havia enfrentado uma situação semelhante com a Zoom Telephonics.

Percebe-se nas frases destacadas em negrito que copiamentos insanos acontecem até com as grandes empresas, e em aspectos que são bastante perceptíveis (por isso foi mencionado acima que ambas chamam a atenção). Infelizmente, casos como esses induzem as pessoas a pensarem - então, porque não fazer igual?


Recomendação de vídeos


O renomado advogado Luis Felipe Silva Freire foi o convidado especial do programa Sala de Imprensa, da TV Assembléia, que abordou o tema Plágio na Era Digital

Além do Dr. Luis Felipe Silva Freire (presidente da Comissão de Informática, Direito Eletrônico e Crimes Eletrônicos da OAB/MG), participaram também os jornalistas Heraldo Leite e Márcio Fagundes.

Diversos temas interessantes abordados nesta produção dividida em três partes: principais violações ao Direito Autoral na internet, ferramentas para detectar o plágio, punições, entre muitos outros. 

Você sabia que qualquer um pode postar notícias e artigos veiculados na internet, desde que a fonte e o autor sejam citados? Conheça mais sobre este e diversos outros assuntos! Vale a pena assistir.






Leia ainda mais sobre o assunto


Existem diferentes tipos de plágio, porém o pesquisador iniciante deve tomar sempre muito cuidado em referenciar suas fontes (preferencialmente citando-as em conformidade com as normas da ABNT). Há ainda muito material disponível na Internet que pode orientar sobre o assunto, como por exemplo o site Plagiarism.org, que é bastante explicativo e didático ou ainda o Plagiarism Advice que oferece conselhos para prevenção de plágio.


fontes:
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/universidades-apostam-em-software-contra-plagio
http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/motorola-e-processada-por-plagio/43058/
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/internet/plagio-na-internet
http://solucoesacademicas.blogspot.com.br/p/temas.html
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/zynga-processa-brasileira-vostu-por-plagio-em-game.html



Colaboração: Davi Silva e Kleisson Vieira.



sábado, 21 de junho de 2014

Qual o Melhor Serviço de Armazenamento em Nuvem?

AVISO: Antes de iniciar a leitura é fundamental que você saiba o que é Computação em Nuvem. Para entender do que se trata clique aqui e leia nossa postagem à respeito da mesma.

Os serviços que serão apresentados nesta postagem são de
armazenamento em nuvem (cloud computing), eles são um tipo de pendrives online. Atualmente, existem vários tipos de prestadoras desse serviço de armazenamento online e sincronização de arquivos. Vamos falar de alguns das principais receptoras da nuvem e tentar mostrar qual é o melhor: Dropbox, Google Drive ou SkyDrive.

http://www.tuexperto.com/2013/01/02/dropbox-google-drive-skydrive-o-icloud-comparativa-de-servicios-de-almacenamiento-en-internet/
(acesso em: 21/jun/2014)

Então, qual é o melhor?


Bom, isso sempre vai de cada pessoa, de acordo com a necessidade de espaço, tipos de arquivos aceitos e etc. Mas vamos indicar e mostrar algumas características que os ajudem a tomar esta decisão de escolha. 

A capacidade de armazenamento grátis que os servidores oferecem, varia:


O Dropbox oferece apenas 2GB gratuitos (pode ser aumentado, mediante indicações, chega ate 18 GB!) enquanto o Google Drive oferece 5GB, e o SkyDrive oferece 7GB, a maior capacidade  de armazenamento gratuita desde tipo, na internet.

Valor de cada serviço e suas vantagens:


O preço também varia muito de servidor para servidor, dependendo do plano que você escolherá. Se tratando de conta pessoal paga.

Dropbox  

Dispõe ao cliente duas opções: 
  1. 50 GB por US$ 9,99 (R$ 18) mensais; 
  2. 100 GB por US$ 19,00 (R$ 36) por mês.
Google Drive

O Google Drive dispõe seis pacotes:
  1.    25 GB por US$ 2,49; 
  2.  100 GB por US$ 4,99;
  3.  200 GB por US$ 9,99;
  4.  400 GB por US$ 19,00;
  5.    1  TB por US$ 49,99;
  6.    2  TB por US$ 99,99.
O Google Drive também oferece outras três opções, com valor entre US$ 200 (R$ 475) e US$ 800 (R$ 1.902), para capacidade de armazenamento de 4 a 16 TB. 

SkyDrive

O SkyDrive é pago anualmente. Seus três pacotes custam 50 centavos de dólar por giga armazenado: US$ 10 (R$ 23) por 20 GB ao ano, US$ 25 (R$ 59) cada ano e US$ 50 (R$ 118) por 100 GB anuais.


O fato é que...


O Dropbox leva uma vantagem sobre seus concorrentes que é o fato de o tamanho máximo do arquivo a ser armazenado ser ilimitado. O Google Drive só aceita arquivo até 10GB, enquanto o SkyDrive aceita apenas 300MB via web e 2GB através de seu aplicativo.

O Dropbox  também  é o único que funciona no Sistema Operacional Linux, Mac OS e o Windows, enquanto os outros dois concorrentes funcionam apenas em Mac e PC. O Dropbox também esta em aplicativos de celular para Android, Blackberry e iPhone, enquanto o Google funciona apenas no Android, e o SkyDrive no iPhone e Windows Phone. 

Outra diferença entre os três prestadores é o compartilhamento: O Google Drive gera um link publico ou restrito para outros usuários, o Dropbox gera links para arquivos e pastas, já o SkyDrive cria links e pastas. Outros detalhes que podem influenciar na hora de escolher o seu serviço são os extras. O Dropbox recompensa por recomendar novos usuários. Já o Google Drive permite a visualização dos arquivos direto no navegador, devido ao seu sistema ser uma "adaptação" do Google Docs. O SkyDrive permite uma interação com o Office e o download da pasta inteira com arquivo zipado.

O vídeo abaixo mostra uma comparação entre os principais servidores, além dos que estamos analizando nesta postagem, eles se preocuparam em falar sobre o iCloud, da poderosa Apple. Confira a produção do Olhar Digital. Só lembrando que o este vídeo foi produzido à quase três anos, e algumas informações podem estar desatualizadas.



Afirmar que um é melhor que o outro sempre causa controvérsia, mas esperamos que esses dados tenham ajudado a você decidir qual o melhor para você e suas necessidades de armazenamento. 

Além do Dropbox, Google Drive e o SkyDrive, temos o Box, o iCloud, o ADrive, o SpiderOak e o Amazon Cloud Drive que fazem parte também dos principais. Excluindo estes serviços, os demais são bem medianos, mas podem ter suas vantagens ficando assim a seu critério eleger um favorito. De qualquer forma, como todos são gratuitos, você pode fazer uma conta em cada um e ter muito espaço para guardar seus arquivos, o único problema é se lembrar  aonde  você guardou tal coisa, uma vez que ainda esperamos por algum tipo de sincronização entre eles.


fontes:
http://dicasdehospedagem.com/
http://www.tecmundo.com.br/computacao-em-nuvem/57904-comparacao-8-melhores-servicos-voce-guardar-arquivos-nuvem.htm


Colaboração: Davi Silva e Kleisson Vieira.



domingo, 15 de junho de 2014

Conheça a Computação em Cluster

A Computação em Cluster vem crescendo a cada dia no mercado mundial. Mostrando-se como uma opção mais barata para uma companhia que precisa de um supercomputador, mas não tem tanto dinheiro assim disponível. De tal forma, pode ser usado um sistema de processamento distribuído, ou cluster. Nesta postagem iremos abordar ao máximo as informações e ajudar na percepção da importância desta tecnologia.

Para começar, vejam a imagem abaixo: ela descreve como é montado e distribuído em prateleiras um aglomerado de computadores. Estas máquinas dividem entre si as atividades de processamento e executam este trabalho de maneira simultânea.
http://www.infowester.com/cluster.php
(acesso em: 15/jun/2014)
Cada um destes PCs que aparecem aí são chamados de (do inglês Node). Todos esses nós do cluster devem ser interconectados, preferencialmente, por uma tecnologia de rede conhecida, para fins de manutenção e controle de custos, como a Ethernet. Contudo, é muito importante que o sistema permita a remoção de um dos nós(seja por qual for o motivo da remoção) sem que todo o sistema seja derrubado, causando prejuízo.


Existem subdivisões/tipos desta tecnologia


São três os tipos de cluster, cada um aplicado de acordo com a demanda e do que mostrar ser mais eficiente para tal caso. Veja a descrição deles: 

  • Cluster de Alto Desempenho (High Performance Computing Cluster)
Clusters de alto desempenho são direcionados a aplicações bastante exigentes no que diz respeito ao processamento. Sistemas utilizados em pesquisas científicas, por exemplo, podem se beneficiar deste tipo de cluster por necessitarem analisar uma grande variedade de dados rapidamente e realizar cálculos bastante complexos.
  • Cluster de Alta Disponibilidade (High Availability Computing Cluster)

Nos clusters de alta disponibilidade, o foco está em sempre manter a aplicação em pleno funcionamento: não é aceitável que o sistema pare de funcionar, mas se isso acontecer, a paralisação deve ser a menor possível, como é o caso de soluções de missão crítica que exigem disponibilidade de, pelo menos, 99,999% do tempo a cada ano, por exemplo.
  • Cluster para Balanceamento de Carga (Load Balancing)

Em clusters de balanceamento de carga, as tarefas de processamento são distribuídas o mais uniformemente possível entre os nós. O foco aqui é fazer com que cada computador receba e atenda a uma requisição e não, necessariamente, que divida uma tarefa com outras máquinas.

Destaca-se na imagem abaixo um Cluster de Alto Desempenho. Denomimado Columbia, ele está operando em função da NASA desde 2004. Executando Linux com 10.240 processadores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cluster
(acesso em: 15/jun/2014)

Vantagens e desvantagens dos clusters

  1. há opções de softwares para cluster disponíveis livremente, o que facilita o uso de uma solução do tipo em universidades, por exemplo;
  2. relativa facilidade de customização para o perfeito atendimento da aplicação;
  3. um cluster pode ser implementado tanto para uma aplicação sofisticada quanto para um sistema doméstico criado para fins de estudos, por exemplo. 
  4. a quantidade de máquinas pode aumentar tanto que a manutenção se torna mais trabalhosa, o espaço físico pode ficar impróprio, etc;
  5. a tecnologia de comunicação utilizada pode não oferecer a velocidade de transferência de dados ou o tempo de resposta necessário, dependendo da aplicação
  6. um cluster tem como base uma rede local, logo, não se pode acrescentar máquinas que estejam muito distantes geograficamente.
  7. é possível aumentar a capacidade de um cluster com a adição de nós ou remover máquinas para reparos sem interromper a aplicação;
  8. a configuração de um cluster não costuma ser trivial, mas fazer um supercomputador funcionar poder ser muito mais trabalhoso e exigir pessoal especializado.


http://www.btactic.com/bsolutions/bcloud/
(acesso em: 15/jun/2014)
A origem da denominação cluster não é clara, mas sabe-se que as primeiras soluções de processamento paralelo remontam à década de 1960, havendo, a partir daí, alguns princípios que hoje formam a base da ideia de clustering, que vai se apresentando sempre mais adequada, ainda mais porque com o advento da computação em nuvens, este cenário se torna ainda mais amplo: pode-se ter uma infraestrutura dedicada e tecnológica respondendo a vários clientes simultaneamente de maneira remota. Estes aspecto podem deixar ainda mais atraente quando a ideia de cluster é associada a conceitos mais recentes, como a própria Nuvem ou a Virtualização. E assim, aperfeiçoar cada vez mais este tipo de computação.



fontes:
http://www.infowester.com/cluster.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cluster
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/153
http://www.hardware.com.br/livros/hardware-manual/supercomputadores-clusters.html


Colaboração: Davi Silva e Kleisson Vieira.




sábado, 7 de junho de 2014

Então, Já Ouviram Falar em Virtualização?

http://www2.tjce.jus.br:8080/seplag-plano/?p=937
(acesso em: 07/jun/2014)

Tentaremos esclarecer algumas dúvidas mais comuns sobre tal assunto. Primeiramente. O que é virtualização? Em computação, chamamos de virtualização toda simulação de hardware, SO, recursos de redes dentre outros, que por sinal veremos alguns deles a diante.
Uma das formas mais conhecidas de virtualização e que suponho que todos vocês já devem ter ouvido falar, é a virtualização de hardware, onde podemos utilizar dois ou mais sistemas operacionais simultaneamente em uma única maquina, bastando apenas a instalação de uma maquina virtual (Virtual Machine). Um exemplo prático dessa virtualização seria a execução de um game em um determinado sistema, quando ele só pode ser executado em outro totalmente diferente e com a execução de outro SO em sua maquina através de uma máquina virtual, a execução do tal game se torna possível mesmo não sendo compatível com o sistema “principal” de sua maquina. Portanto, essas maquinas virtuais emulam os componentes físicos de um PC, possibilitando assim que um sistema operacional diferente seja instalado em cada uma delas. 

Mas qual seria as vantagens em aderir ao uso dessa forma de virtualização?
São duas grandes vantagens, uma para usuários, outra para servidores. Onde a primeira elimina a incompatibilidade entre aplicativos e sistemas operacionais como já vimos acima, e a outra seria quanto aos servidores, que ao invés de se ter diversos “subservidores” (utilizam apenas uma parte dos recursos oferecidos pela maquina),os processos são distribuídos de em equilíbrio entre um número menor de maquinas, assim aproveitando melhor do potencial das mesmas.

Virtualização de servidores:
Seria a execução de um ou mais servidores virtuais em um servidor físico, permitindo que a segurança do mesmo seja mantida. 

Virtualização de aplicativos:
Como já vimos anteriormente, para resolvermos problemas de compatibilidade entre aplicativo e SO é fácil, bastando apenas a instalação de uma maquina virtual. Mas o que fazer quando houver conflito entre dois aplicativos? , pois ambos poder requerer algo diferente , como por exemplo uma versão diferente de uma dll. 

Virtualização de rede:
Dizemos que a reprodução completa de uma rede física em um software é o que chamamos de virtualização de rede. Onde as redes virtuais oferecem os mesmos recursos e garantias (segurança e etc.) presentes em uma rede física, e também fornecem alguns benefícios operacionais e independência de hardware da virtualização, tais benefícios são: Provisionamento rápido, implantação continua, suporte para aplicativos novos e manutenção automatizada.
http://blog.opus-software.com.br/cloud-computing-vs-virtualizacao/
(acesso em: 07/jun/2014)
Bom, esse problema pode ser resolvido com a virtualização de aplicativos, quando instalado em um servidor virtual(nuvem); onde poderemos acessar determinado aplicativo diretamente sem a necessidade se que o mesmo esteja instalado em nossa maquina física. Portanto, o aplicativo pode ser executado normalmente em nossa maquina sem mesmo estar instalado. Pois todas as características específicas (dll, drivers , etc.) do mesmo seriam baixados em nosso PC, pela geração de um aplicativo virtual.
Além disso, apresenta também serviços e dispositivos de rede logica (portas lógicas, roteadores, firewalls, etc.) para cargas de trabalho conectadas, onde por sinal todos os aplicativos são executados perfeitamente como em uma rede física, assim reduzindo muito um elevado custo para a implantação de uma rede em sua residência ou pequena empresas.


fontes:
http://www2.tjce.jus.br:8080/seplag-plano/?p=937
http://blog.opus-software.com.br/cloud-computing-vs-virtualizacao/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Virtualização
http://www.infowester.com/virtualizacao.php


Colaboração: Davi Silva, Hugo Brito e Kleisson Vieira.

 


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Os Sistemas Operacionais

Todos os dias, você liga seu computador, Smartphone, Console, etc. para trabalhar, se divertir, navegar na web, jogar e fazer outras tantas coisas. Neste momento, um componente importantíssimo entra em cena: o sistema operacional. Que pode ser considerado como um exemplo de virtualização.

 

Para que serve um Sistema Operacional?


Um Sistema Operacional é responsável pelo controle do funcionamento do computador, é ele quem inicializa o hardware do computador, fornece rotinas básicas para controle de dispositivos, fornece gerência, escalonamento e interação de tarefas, mantém a integridade de sistema, entre outras tarefas. Há muitos tipos de Sistemas Operacionais, cuja complexidade varia e depende de que tipo de funções é provido, e para que computador esteja sendo usado. Alguns sistemas são responsáveis pela gerência de muitos usuários, outros controlam dispositivos de hardware como bombas de petróleo.

Um pouco da História...


A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava ainda com o conceito de sistemas operacionais. As operações eram setadas diretamente pelo hardware, tais como muitos quilômetros de fios, chaves, válvulas e muitos componentes mecânicos. Nessa época, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.

http://www.tecmundo.com.br/sistema-operacional/2031-a-historia-dos-sistemas-operacionais-ilustracao-.htm
(Acesso em: 25/mai/2014)

Um funcionário era contratado especialmente para ativar e desativar chaves, as quais serviam para indicar se um componente devia ficar ligado ou desligado. Ao desligar uma chave, a informação corria por metros ou quilômetros de fio e acendia uma luz, indicando que determinada função estava desativada.

Tipos de SO


Existem 4 tipos básicos de sistemas operacionais. Eles são divididos em grupos relacionados com o tipo de computador que controlam e o tipo de aplicativos que suportam. Estas são as categorias mais abrangentes:
  • sistema operacional de tempo real (RTOS - Real-time operating system). É utilizado para controlar máquinas, instrumentos científicos e sistemas industriais. Geralmente um RTOS não tem uma interface para o usuário muito simples e não é destinado para o usuário final, desde que o sistema é entregue como uma "caixa selada". A função do RTOS é gerenciar os recursos do computador para que uma operação específica seja sempre executada durante um mesmo período de tempo. Numa máquina complexa, se uma parte se move mais rapidamente só porque existem recursos de sistema disponíveis, isto pode ser tão catastrófico quanto se uma parte não conseguisse se mover porque o sistema está ocupado.
  • monousuário, monotarefa. O sistema operacional foi criado para que um único usuário possa fazer uma coisa por vez. O Palm OS dos computadores Palm é um bom exemplo de um moderno sistema operacional monousuário e monotarefa.
  • monousuário, multitarefa. Este tipo de sistema operacional é o mais utilizado em computadores de mesa e laptops. As plataformas Microsoft Windows e Apple MacOS são exemplos de sistemas operacionais que permitem que um único usuário utilize diversos programas ao mesmo tempo. Por exemplo, é perfeitamente possível para um usuário de Windows escrever uma nota em um processador de texto ao mesmo tempo em que faz download de um arquivo da Internet e imprime um e-mail.
  • multiusuário. Um sistema operacional multiusuário permite que diversos usuários utilizem simultaneamente os recursos do computador. O sistema operacional deve se certificar de que as solicitações de vários usuários estejam balanceadas. Cada um dos programas utilizados deve dispor de recursos suficientes e separados, de forma que o problema de um usuário não afete toda a comunidade de usuários. Unix, VMS e sistemas operacionais mainframe como o MVS são exemplos de sistemas operacionais multiusuário. 

Os mais usados no Brasil são:  


Microsoft Windows
: o mais famoso dos SO, da gigante do Bill Gates, é o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais no mundo. O impacto deste sistema no mundo atual é muito grande devido ao enorme número de cópias instaladas. Conhecimentos mínimos desse sistema, do seu funcionamento, da sua história e do seu contexto são, na visão de muitos, indispensáveis, mesmo para os leigos em informática. A atual versão estável do Windows para desktops é o Windows 8.1.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows
(Acesso em: 25/mai/2014)

Ubuntu: um sistema operacional de código aberto, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian. A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. O sistema deve ser constituído principalmente por software livre. Deve também ser isento de qualquer taxa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu
(Acesso em: 25/mai/2014)

MAC OS: desenvolvido, fabricado e vendido pela famosa empresa americana Apple Inc., é destinado exclusivamente aos computadores Mac.

http://pt.wikipedia.org/wiki/OS_X
(Acesso em: 25/mai/2014)

 

Uma comparação dedicada entre eles está disponível no vídeo abaixo. Uma produção do Olhar digital.



Existem vários outros SO. Clique aqui para acessar a lista de todos os sistemas operativos que estão em desenvolvimento ou que foram descontinuados. Estes que são elementos fundamentais para os nossos aparelhos e que estão sempre evoluindo, proporcionando a nós usuários o privilégio de se encantar com as interfaces e auxiliar as nossas vidas.


fontes:
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/851/o_que_e_um_sistema_operacional
http://www.tecmundo.com.br/sistema-operacional/2031-a-historia-dos-sistemas-operacionais-ilustracao-.htm
http://tecnologia.hsw.uol.com.br/sistemas-operacionais3.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_sistemas_operativos


                                                                        Colaboração: Davi Silva, Hugo Brito, Kleisson Vieira.

 

Mais informações sobre Sistemas Operacionais no Blog
http://ccomp-fc.blogspot.com.br/